As empresas de Oliveira de Azeméis e da região constituem um bom exemplo para o país de competitividade, internacionalização e combate ao desemprego,cconsiderou ontem o ministro da economia, Manuel Caldeira Cabral, em visita a Oliveira de Azeméis.
“A Simoldes é um óptimo exemplo de como a economia nacional está a evoluir”, considerou o ministro, que presidiu a um encontro com empresários no Centro de Negócios da Área de Acolhimento Empresarial de Ul-Loureiro, tendo igualmente participado na inauguração do Centro de Fresagem e Desbaste da Simoldes e no lançamento da primeira pedra do novo centro de testes do Grupo, que anunciou a contratação de 400 colaboradores este ano em Portugal. Manuel Caldeira Cabral viu nos empresários de Oliveira de Azeméis uma “grande confiança para investir, criar emprego, mas também uma grande confiança nos trabalhadores portugueses, nos engenheiros portugueses”.
“Discuti com eles questões da indústria 4.0, da digitalização da indústria, e o que vi foram muitos exemplos, quer dos empresários, quer da Universidade de Aveiro, que tem um pólo aqui em Oliveira de Azeméis. Exemplos de que estão a acompanhar a tecnologia, de que estão a pensar na próxima fase do seu negócio”, afirmou, referindo que “o presidente da câmara está a trabalhar ao lado dos empresários”.
“Oliveira de Azeméis tem empresas com uma capacidade exportadora, de inovação e de entrar em novos mercados que é de facto um exemplo a nível nacional”, disse.
“Caminhamos lado a lado com os empresários. Vamos continuar a apostar na modernização das nossas zonas industriais atraindo novas empresas, aumentando o emprego e a riqueza e fixando população”, declarou por sua vez o presidente da Câmara Municipal, Joaquim Jorge, que acrescentou que para “além de melhorar e potenciar as zonas industriais, a autarquia continua a apoiar o tecido empresarial dispondo de vários mecanismos de ajuda e colaboração com o objectivo de atrair novos investimentos e responder a oportunidades de negócio”.
O Centro de Abate e Fresagem, um investimento de 36 milhões de euros, vai concentrar num mesmo espaço todo o corte de aparas e limalhas, que até agora estava disperso por várias unidades do grupo. O centro de testes vai custar cerca de 20 milhões de euros e deverá ficar operacional em finais de 2019, destinando-se a avaliar o desempenho dos produtos das várias unidades do grupo em ambientes que simulem as condições reais da sua utilização final.

